1 DE Setembro DE 2021

Em 2019, dois terríveis atentados contra duas mesquitas na cidade de Christchurh na Nova Zelândia deixaram 51 vítimas mortais e mais de 40 feridos.

Brenton Tarrant foi o autor dos ataques. Um ano após ter obtido a sua licença de porte de arma, começou a armazenar armas e mais de 7.000 cartuchos. Também juntou um reportório de informação sobre os mexicanos residentes na Nova Zelândia, memorizando os seus planos, qual o horário de maior movimento nas mesquitas, todos os detalhes para fazer o máximo de estragos possível. Transmitiu toda a sua operação em direto no Facebook. Isto permitiu que fosse localizado e detido quando se dirigia à terceira mesquita para repetir o massacre.

 

Há algumas semanas, realizou-se o julgamento no qual os 91 sobreviventes e familiares das vítimas deram o seu testemunho do inferno por que passaram. Durante os depoimentos, Breton Tarrant foi impassível, sem um pingo de humanidade e até se deu ao luxo de olhar de forma jocosa para alguns dos parentes do falecido.

 

A sentença do juiz aliviou um pouco os familiares: “Os seus atos foram desumanos, não demonstraram misericórdia. Matou deliberadamente um bebé de três anos quando ele se agarrou à perna do pai”, “não é apenas um assassino, é um terrorista”. Depois o Juiz Cameron Mander nomeou as 51 pessoas mortas uma a uma.

 

A sentença: prisão perpétua para o assassino que, embora nunca conseguirá ressuscitar os mortos, dá algum consolo às suas famílias.

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