4 DE Março DE 2020

Passaram quase 11 anos desde a misteriosa morte da actriz Brittany Murphy. A 20 de Dezembro de 2009, com apenas 32 anos, a actriz de Hollywood apareceu morta no chão da casa de banho.

A mãe da actriz, Sharon Murphy, foi quem informou os serviços de emergência para ajudar a filha que estava em paragem cardíaca. Embora tenha entrado no hospital viva, morreu pouco depois. A polícia iniciou uma investigação que, a juntar à autópsia, poderia esclarecer o que aconteceu. Ainda que o marido de Brittany, Simon Monjack, se tenha recusado a dar consentimento para realizarem a autópsia, acabou depois por ceder e a causa de morte foi “pneumonia agravada por falta de ferro e envenenamento por medicamentos prescritos”.

 

A história ficou mais estranha quando, passados cinco meses, o marido faleceu em circunstâncias idênticas. Foi então que o pai da actriz, Angelo Bertolotti, lançou uma bomba, afirmando que a sua filha foi assassinada e pediu um novo exame toxicológico a partir de uma amostra de cabelo. O relatório mostrou que havia uma invulgar concentração de vários tipos de metais tóxicos. Bertolotti acusou a sua ex-mulher, mãe de Brittany, do assassinato, alegando que nos meses anteriores ao falecimento da actriz esta tinha mudado o testamento: deixou tudo à mãe e excluiu expressamente o marido e o próprio Angelo. A acusação baseia-se no facto de que essa mudança de vontade ocorreu quando o casal falecido disse à mãe da actriz que queriam ter um filho e mudar-se para Nova Iorque.

 

Apesar das acusações e da possibilidade de haver um motivo sólido, não chegaram a nenhuma conclusão e nem foram minuciosamente investigados, visto que vários especialistas resolveram a questão ao alegar que a presença desses compostos poderia ser justificada devido ao uso de corantes.

 

O certo é que, com o falecimento do pai de Brittany em 2019, o caso está encerrado, permanecendo uma nuvem de mistério a sobrevoar a morte do jovem casal.

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