5 DE Junho DE 2020

Os tribunais são sempre um lugar onde ações e julgamentos por questões muito sensíveis, como assassinatos ou agressões, partilham o mesmo espaço. Mas também são palco dos pedidos mais absurdos, que fazem com que mais do que um juiz esboce um sorriso quando lhes chega às mãos um resumo do caso.

Em 2004 em Fond Du Lac (Wisconsin, EUA), Timothy Dumouchel processou uma cadeia de televisão por ter feito engordar a sua esposa e por ter convertido os seus filhos em preguiçosos. Argumentava, além disso, que os seus hábitos tabágicos e de consumo alcoólico estava a ser influenciados pelo facto de assistir à televisão diariamente, nos últimos quatro anos. O processo foi, obviamente, anulado.

 

Na Roménia um preso condenado a 20 anos de prisão por homicídio processou Deus. A sua argumentação passava pelo facto de, por ter sido batizado, Deus ter-se-ia comprometido a mantê-lo afastado de problemas. Obviamente, o processo foi subestimado.

 

Um outro que chegou a bom porto aconteceu em Massachusetts (EUA), quando em 2005 um homem denunciou a sua mulher por lhe ter fraturado o pénis enquanto faziam sexo. Naquela que terá sido uma manobra brusca durante a prática, terá sido provocada uma fratura que teve de ser reparada cirurgicamente.

 

Cathy McGowan foi muito feliz durante uns dias, ao ganhar um Renault Clio num concurso de rádio. Quando foi levantá-lo, entregaram-lhe um carro, sim… Mas de brincar! Processou a estação de rádio, mas ao especificar com bases legais que o carro era de brincar, acabou por não ser levada a sério.

 

Marina Bai, uma astróloga russa, processou nada mais nada menos do que a NASA, por ter interrompido o equilíbrio do universo. Argumentava que a sonda espacial Deep Impact iria entrar em colisão com um cometa no final de 2005 para que pudesse ser recolhido material resultante da explosão. Aos seus olhos, tratava-se de um acto terrorista.

 

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